terça-feira, 7 de maio de 2013

GINCANA CULTURAL ZARDO

Boa tarde pessoal, seguem algumas das trilhas sonoras mais tocadas nos anos 80, espero que ajude vcs!



Rita Lee - "Lança Perfume" (Fantástico, 1980)


Lulu Santos - Tempos Modernos - Ano 1982



Breakdance (1984)







Queen - I Want To Break Free




Plunct, Plact, Zum! Raul Seixas - Carimbador Maluco


Diana Ross - Missing You



black sabbath - neon knights



Guns N' Roses - Welcome To The Jungle - Legendado



KISS - Creatures Of The Night (Promo 1982)




Highway to Hell - AC/DC



1985 - Guilherme Arantes - Cheia de charme


RITCHIE menina veneno


It's Raining Men - The Weather Girls (1982)


RPM OLHAR '43' (Video Original)1985


Madonna - Like A Virgin (video)



Metrô - Tudo pode mudar (Áudio HQ)



Cyndi Lauper - Girls Just Want To Have Fun


Dirty Dancing - Time of my Life (Final Dance) - High Quality



flashe dance [ anos 80 ]



KENNY LOGGINS | FOOTLOOSE



Billy Idol - Dancing With Myself




Engenheiros do Hawaii - CD O Papa É Pop (Completo)



domingo, 5 de maio de 2013

TESTE VOCACIONAL

Acredito que é importante ter certeza, ou pelo menos uma ideia melhor do que "fazer quando crescer". Por isso selecionei alguns testes vocacionais (os quais eu fiz e se encaixaram no meu perfil) e estou disponibilizando os links para auxiliar aqueles que ainda estão em dúvida.

http://www.comosou.com/profissao-que-tem-tudo-a-ver_87/

http://www.mundovestibular.com.br/pages/teste_vocacional.html

http://www.carlosmartins.com.br/testevocacional.htm

http://www.guiadacarreira.com.br/teste-vocacional/

http://tvg.globo.com/novelas/malhacao/2012/Se-liga/noticia/2012/08/teste-vocacional-ajuda-vestibulando-ter-nocao-de-aptidoes-e-interesses2.html

http://guiadoestudante.abril.com.br/testes-vocacional/

3ºs: Ensino técnico, tecnológico ou bacharelado: Veja qual combina mais com seus objetivos

Ao final do ensino médio, muitos estudantes ficam em dúvida na hora de escolher entre uma das modalidades de ensino existentes. Quando vale a pena cursar um ensino técnico ou então, no momento da graduação, optar por um curso tecnológico em vez do bacharelado?

Para a coordenadora do Serviço de Orientação Vocacional da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Araraquara, Maria Beatriz Loureiro de Oliveira, tudo vai depender dos objetivos do aluno. Conheça os perfis. 
O ensino técnico, que dura em média dois anos, é mais prático e visa rápida inserção no mercado de trabalho. Os cursos tecnológicos conferem um diploma de ensino superior e mantém o foco no mercado de trabalho. Já o bacharelado ou a licenciatura são cursos de ensino superior mais longos e formam um profissional em áreas mais amplas e menos especializadas.
"Antigamente apenas pessoas menos favorecidas iam para o curso técnico. Hoje, os estudantes entram nele conscientemente", analisa Maria Beatriz. "O ensino técnico é o ideal para aqueles que buscam uma rápida colocação no mercado de trabalho. É importante para conhecer esse mundo, ter um pouco mais de vivência na prática", afirma.

Graduação

Nos cursos de graduação, existem três modalidades: o bacharelado, a licenciatura e o curso tecnológico. O primeiro forma profissionais mais generalistas. O estudante pode cursar biologia e irá estudar botânica, zoologia, genética, e outras disciplinas. É ideal para quem pretende ter uma visão geral e se tornar um profissional com uma grande amplitude de ação.
Nos cursos de licenciatura são formados professores para a educação básica, que engloba os docentes de ensino fundamental e médio. Essa modalidade pode ter matérias específicas, mais focadas em aspectos pedagógicos. Para dar aula nos anos finais dos ensinos fundamental e médio, contudo, deve-se fazer um curso voltado para um área do conhecimento, como matemática ou física.
Já o tecnológico possui cursos mais focados. Não existe ciências da computação, mas, por exemplo, há cursos de banco de dados, redes de computador, jogos digitais e segurança da informação.
"O ensino tecnológico visa formar profissionais para atender campos específicos do mercado de trabalho. A formação, portanto, pode ser mais compacta, com duração em alguns casos menor que a dos cursos de bacharelado", afirma César Silva, vice-diretor superintendente e coordenador do ensino superior do Centro Paula Souza, que administra escolas técnicas e faculdades de tecnologia no Estado de São Paulo.

Conheça os perfis: 

Técnico
  • Foco em conhecimentos teóricos e práticos nas diversas atividades do setor produtivo, visando rápida entrada no mercado de trabalho. O formado exercerá atividades operacionais. 
  • Não é considerado um curso superior 
  • Dura em média dois anos
Tecnológico
  • Apresenta uma visão mais ampliada em relação ao técnico, o estudante será capaz de mudar processos de trabalho, porém,  ainda atenderá campos específicos 
  • Diploma de nível superior
  • A duração é de três anos em média
Bacharelado ou Licenciatura
  • Ideal para quem pretende ter uma visão geral e se tornar um profissional com uma grande amplitude de ação, contudo com menos profundidade que os tecnólogos
  • Diploma de nível superior
  • Em geral, dura entre quatro e cinco anos


3ºs: Confira dez perguntas a se fazer antes de escolher a futura carreira


Terminado o ciclo do ensino médio, começam os preparativos para estudar para o vestibular. Mas, antes disso, os estudantes devem tomar uma difícil decisão: qual profissão pretendem seguir para o resto de suas vidas? Para facilitar a escolha, oUOL Vestibular consultou orientadores vocacionais que apontam quais perguntas o estudante deve se fazer antes da difícil decisão. Confira:

1 - Estou pronto para escolher minha profissão?

"O ponto de partida é a pessoa se perguntar se ela está preparada para escolher uma profissão. Será que esse é o momento dela ou ela quer fazer outras coisas, mesmo que for para um tempo livre, de reflexão", analisa Paulo Motta, professor de psicologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Assis.
O momento de ingresso na universidade depende da maturidade do estudante, afirma Carlos César Marconi, diretor pedagógico do Colégio Mary Ward.

2 - O que gosto de fazer? O que faço bem?

Quem sou eu, o que gosto de fazer, o que faço bem, quais são meus valores. Essas questões devem ser levantadas pelos estudantes e analisadas criteriosamente para ajudá-lo na decisão. 
"Eu consigo argumentar, discursar, reivindicar, por exemplo? Mas você deve se conhecer também em um sentido mais amplo. O que eu penso da vida em relação às pessoas, à família. Por isso, o autoconhecimento é de extrema importância", diz Motta.

3 - Em quais disciplinas tenho mais facilidade e prazer? Em quais tenho mais dificuldade?

A afinidade em relação às disciplinas escolares pode ser uma boa orientação na hora de escolher um curso, mas os especialistas alertam que se deve ter muito cuidado para utilizar esse critério. "Não adianta optar por psicologia para fugir de matemática. Um desprevenido se esquece, por exemplo, que há estatística no curso", afirma Motta. 
Para não cometer erros desse tipo, o estudante deve estar por dentro de quais matérias são ministradas e quais são as exigências naquelas carreiras que está em dúvida. 
"É importante estudar e conhecer bem a profissão que você pretende seguir", conta Maria Beatriz Loureiro de Oliveira, coordenadora do Serviço de Orientação Vocacional da Unesp de Araraquara.

4 - O curso mais adequado aos meus objetivos é um bacharelado, uma licenciatura ou um tecnológico?

"Existe uma dúvida muito grande quanto à escolha e ao modo de atuação nessas três áreas, de acordo com as necessidades do candidato e do mercado de trabalho", comenta Marconi.
No caso do bacharelado, por exemplo, o profissional tem um ramo de atuação mais amplo, sem muitas vezes, uma área específica. A licenciatura direciona o profissional a atuar diretamente na docência ou em outras áreas ligadas à educação. O tecnólogo, por sua vez, com um tempo geralmente mais reduzido de formação, entra mais rápido no mercado de trabalho, com um maior grau de especificidade

5 - Quais serão as disciplinas que cursarei na faculdade? Qual o perfil do aluno formado?

Todas as universidades disponibilizam as matrizes curriculares dos cursos em seus sites, além disso muitas instituições oferecem uma espécie de Guia de Profissões que explica para o vestibulando o que é a carreira (confira o catálogo de carreiras da USP). 
Dessa maneira, o aluno pode consultar as disciplinas da matriz curricular (as matérias propriamente ditas) do curso a ser escolhido. O importante é descobrir qual o perfil dos alunos formados e quais as habilidades essenciais necessárias para a sua prática profissional. Para isso, é importante conversar com profissionais da área de interesse.

6 - A opinião da minha família e dos meus amigos está pesando na minha escolha?

Ouvir a opinião de outras pessoas a respeito de você pode ajudar, contudo os estudantes devem ficar atentos e não deixar que imposições da família interfiram em suas decisões. "É sempre mais importante atender às expectativas pessoais que as expectativas de pais ou familiares", lembra Marconi, do Colégio Mary Ward.
"O adolescente está tentando experimentar sorvetes dos mais variados, e a família não deve contar de antemão como são os sabores", metaforiza Motta. "Os familiares dizem que ele não pode errar, mas nós já fizemos tantas coisas erradas. Essa fase é de experimentação. Ele tem de ter esse direito". 

7 - O que fazem e o que acham do curso os profissionais das minhas áreas de interesse?

Procurar profissionais formados naqueles cursos em que se tem interesse é um bom ponto de partida, mas deve-se tomar cuidado para não  consultar apenas pessoas bem-sucedidas naqueles ramos. Tente ouvir pessoas com diferentes perfis e que possam até mesmo falar suas oposições àquela carreira. São elas que mais o ajudarão na escolha.

8 - Como está o mercado de trabalho para a carreira que pretendo? Com o que poderei trabalhar após minha formatura?

É comum termos várias áreas de interesse, neste caso, interessante é procurar saber como está o mercado de trabalho e quais as perspectivas futuras dentro da carreira escolhida. "Conversar com profissionais ou professores que se predisponham pode ajudar", indica Flávio Eura.
Profissões que estão em alta atualmente podem não precisar mais de tantos profissionais no futuro. Fique ligado nas tendências. "Há cinco anos, engenharia estava lá embaixo, hoje está no topo. Daqui dez anos não sei vamos precisar de tantos engenheiros", analisa o docente da Unesp. "Você precisa ler revistas, jornais e saber quais são as perspectivas do mercado".

9 - Qual o retorno financeiro que terei com a profissão escolhida?

Embora não deva ser levado como um aspecto essencial, saber qual é a remuneração média de um profissional de determinada carreira que você esteja em dúvida é importante para o seu futuro.
"Você vai se formar e tem de trabalhar, comer, se divertir, etc. Então, se você for extremamente idealista, vai viver de quê?", analisa Motta. "As pessoas precisam, sim, se perguntar sobre a questão salarial, principalmente porque vivemos em uma sociedade capitalista. Se eu gosto ou não desse sistema, é outra história".
"É importante saber o salário médio para não se decepcionar ou criar uma falsa expectativa e evitar frustrações desnecessárias", considera Flávio Eura, diretor adjunto do Colégio Franciscano Nossa Senhora do Carmo. É possível encontrar na internet a média salarial das mais diversas ocupações de trabalho.  
10 - Estou certo do curso que escolhi? 
Definir uma carreira e depois na metade do curso perceber que aquela não era a melhor opção não é o pior dos mundos. "Creio que o estudante deve ter muita serenidade na hora da escolha e não ter medo de arriscar. Se não der certo, sempre há um recomeço", afirma Maria Beatriz.



3ºs: Banco de redações

O canal UOL EDUCAÇÃO tem a proposta mensal de redação, que diz respeito ao assunto que estamos vendo neste bimestre com os terceiros anos:


Deve-se reduzir a maioridade penal no Brasil?

Toda vez que um crime cometido por um menor de idade ganha evidência na mídia, cria-se uma comoção nacional e a polêmica envolvendo a maioridade penal vem à tona. Isso ocorreu recentemente, após um jovem prestes a completar 18 anos ter assassinado um universitário por causa de um celular, no início de abril, em São Paulo. Pesquisa Datafolha, uma semana depois do fato, revelou que 93% dos paulistanos eram favoráveis à redução da maioridade penal, uma vez que, no Brasil, os menores de 18 anos não respondem criminalmente por seus atos. Dezesseis anos é a idade mais cogitada para marcar esse limite. A principal alegação apresentada na defesa dessa mudança é o precoce amadurecimento do jovem, que hoje tem fácil acesso a informações e discernimento suficiente inclusive para votar. No entanto, os opositores dessa mudança alegam que outros casos surgirão com jovens (ou até crianças) com idades inferiores a essa, uma vez que as causas do problema não estariam sendo combatidas. Queremos saber qual é a sua opinião sobre esse assunto. Deve-se alterar a maioridade penal no Brasil?
Entre no site, leia o conteúdo na integra e envie sua redação:

Entrega de boletins do 1º Bi

Obrigada a todos os pais e alunos que compareceram no sábado! Foi muito bom conhecer os pais de vocês aluninhos!

eu e a profª Mônica.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

1ºs A, B e C: TRABALHO BIMESTRAL.

Junto com a temática proposta pela escola, contra a violência. O trabalho do segundo bimestre será fazer um vídeo  de mais ou menos 3 min. com a temática de combate a violência. O vídeo deverá ser postado no   youtube e será publicado aqui no blog.
O trabalho será constituído de duas partes;
1ª PARTE:  teórica, constituída pelo roteiro do vídeo, segundo as normas da ABNT, trabalho digitado. VALOR 2,0.

2ª PARTE: vídeo de até 3min. VALOR 2,0.

OS VÍDEOS E O TRABALHO TEÓRICO DEVERÃO SER ENTREGUES NO DIA 05/06.